A arte pública e a privada


Em nosso mundo contemporâneo o mundo é uma grande tela, stickers, grafites, projeções, silk screens…escolha um lugar e aplique sua obra, o local não é mais tabu. Encontre um lugar aconchegante pois hoje o Coronel vai contar uma de suas histórias de guerra, nesse caso específico, pós-guerra.


 
Estados Unidos, meados dos anos 50: A sociedade americana vivia um maravilhoso momento de prosperidade econômica, gerada inclusive por seu plano de suporte financeiro para a reconstrução da Europa. Carros e casas maravilhosas, invenções espaciais e olhos voltados para o futuro. O jovem era descoberto pela 1a vez como um potencial consumidor, sofrendo as pressões econômicas e sociais que os adolescentes de hoje conhecem tão bem.
 
Como nos tempos de hoje, nem todos tinham dinheiro. Assim surgia o dilema: Como não ter um automóvel, símbolo de progresso e independência de toda sociedade? Para muitos a solução era pegar carros velhos e mandar ver.
 
Muitos surfistas viam as jardineiras, conhecidas também como "Woodies" como uma solução. Eram peruas com carrocerias de madeira, provenientes da escassez de metal durante o período da 2a guerra. Estes veículos, por não enferrujar, funcionavam muito bem na praia.
Mas nem todos tinham carros para curtição, haviam demandas de design arrojado e velocidade, afinal a indústria se encontrava no auge das grandes inovações.
 
Como a criatividade é independente de recursos financeiros, vários jovens começaram a maquinar carros velhos e criar detalhes personalizados para deixar seus veículos tão ou mais interessantes que os propostos pelas fábricas.
 
Surgiam os Hotrods, ou em uma tradução clássica os "bielas quentes". Carros envenenados não só deram o empuxo a reciclagem, como desenvolveram a cultura da customização. Palavras que parecem muito modernas, mas tem no mínimo meio século. Artistas como Von Dutch (ele não era uma marca de bonés) e Ed "Big Daddy" Roth foram alguns dos artistas que surgiram durante este período tão fértil, cunhando seus nomes no hall da fama do automobilismo.
 
O Sr. Big Daddy criou carros quentes espaciais compostos em fibra de vidro, detalhes customizados de pintura e todo um universo sobre a cultura sobre rodas, mas ficou conhecido por muitos como foi pai dos desenhos de monstros pilotando carangas envenenadas.
Similar a Disney, Ed ficou cunhado pela criação de uma ratazana verde chamada de Rat Fink, e as coincidências pararam por aí. Devido a seus desenhos e humor bizarro não era difícil ver fãs trazendo tampos de privadas para serem autografados por este artista que continuou pintando até deixar esse mundo em meados de 2000.
Aonde a história termina iniciamos este tributo no qual seu Coronel resolveu chamar um grupo artistas para criar designs assinados no qual você dá o ponto final: São quatro adesivos diferentes para incrementar o assento de sua privada, criadas pelos respectivos colaboradores (da esquerda para a direita e de cima para baixo):
 
1 - Anderson Augusto – SÃO, grafiteiro do Projeto 6emeia
2 - Magoo McFly – Mestre mágico do airbrush
3 - Coronel Von Lehmann – O humilde servo que vos escreve
4 - Adriano Ricardi – Dono da Hi-Performance Paint Shop Speed Office
 
Prontos para finalmente sujar as mãos? Então vamos em frente:
 
FIGURA "A "
Grave em um disco ou pen drive o arquivo desejado, peça pelo número clicando nos links : 1.Mãos / 2.Crânio / 3.Totem / 4.Máscara. Basta levar o arquivo a um Bureau ou Gráfica que faça impressão em plotter de vinil escolhendo dentre as diversas opções de cores disponíveis. Em São Paulo o Coronel recomenda os serviços da Emblemas & CIA, mas se houver problemas de localização há redes grandes como a All Signs. Caso contrário procure por adesivos de vinil que com certeza é possível achar um serviço próximo.
 
FIGURA " B "
Tire a medida da largura e comprimento máximo de seu tampo de privada, pois os tamanhos podem variar. Assim quando o arquivo escolhido for entregue para ser transformado em adesivo, o operador da máquina estará informado dos limites máximos para a aplicação, evitando erros de montagem.
 
FIGURA " C "
Uma vez com as medidas corretas, a arte escolhida, a cor selecionada e o adesivo pronto basta agora aplicar no tampo e aguardar os elogios das visitas. Se quiser mande uma foto do resultado final para todos do Reino, prometemos não ficar bisbilhotando na sua gaveta de remédios.
Agora as mulheres já terão um novo motivo para que os homens baixem a tampa ao sair do banheiro.

Tudo em nome da arte!

Coronel Von Lehmann
Este artigo também esta disponível em uma versão pocket na Revista Pix #19
 
fonte:: http://www.reinoselvagem.com.br/

 



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