TOD@S NA RUA EM APOIO AO KIT GAY!!

Existe uma imensa pressão sobre a presidenta Dilma para que ela vete o kit anti-homofobia na escola, chamado pelos opositores de "kit gay" - e, infelizmente, parece estar dando certo:

 
Sim, KIT GAY, com esse nome mesmo.
 
Perdemos duas batalhas já - a da comunicação (ninguém sabe o que é kit anti-homofobia ou kit escola sem homofobia, mas TODOS já conhecem e temem o kit gay) e a do advocacy político (beijo pra Dilma - NOT!)

Chega de nos manifestarmos pela internet! vamos pras ruas, pro vão do MASP, pra frente das catedrais, mostrar que a sociedade QUER e APOIA o kit gay como parte do material LGBT que toda biblioteca escolar deveria possuir.

VAMOS FAZER ISSO NOS DIAS 3, 4 e 5 DE JUNHO (sexta, sábado e domingo), ABRINDO O MÊS DA DIVERSIDADE E DO ORGULHO LGBT!
 
Já temos confirmados eventos em Brasília, São Paulo, Campinas e Piracicaba. Mais confirmaçõees podem me enviar e a gente vai compilando.
 
Tudo será divulgado no link: http://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=164033670328246&id=100001648418623&ref=notif&notif_t=feed_comment_reply#!/event.php?eid=229732587038341

Vamos aproveitar e lutar também para a ESCOLA:

1. Ser um ambiente seguro. Um ambiente que garanta um aprendizado seguro, no qual intimidações ou discriminações de qualquer tipo, incluindo homofobia e transfobia, não sejam toleradas, mas punidas. Isso deve ser divulgado publicamente.

2. Encorajar, apoiar e empoderar os gládios (grupos estudantis sensíveis à questão LGBT) ou a criação de grupos de apoio a estudantes LGBT nos grêmios escolares.

3. Ter uma política de combate ao bullying que seja direcionada a todas as formas de discriminação, e explicitamente se referir ao bullying homofóbico e transfóbico. Essa política deve proteger todos os membros da comunidade acadêmica, ser respeitada por todos e ser revisada regularmente por membros da comunidade acadêmica para verificar sua eficácia. Todos os professores devem receber treinamento para reconhecer e agir em caso de bullying homofóbico e transfóbico. Esse treinamento deve informá-los como reagir a esse bullying e como reduzir sua incidência e poderá ser oferecido por meio de parcerias externas (com ongs especializadas, por exemplo).

4. Incluir material LGBT em sua biblioteca. Podem ser livros com personagens LGBT ou livros que tratem especificamente de questões LGBT. Materiais LGBT como cartazes e panfletos divulgando grupos e serviços voltados a jovens LGBT dem ser livremente exibidos nos murais de avisos da escola. KIT GAY JÁ!!

5. Disponibilizar apoio individual e/ou em grupo, oferecido por um orientador capacitado ou uma pessoa voluntária de confiança, a estudantes que queiram conversar sigilosamente durante ou fora do período de aulas. Tanto a pessoa de confiança quanto qualquer orientador deve ser capacitado em questões LGBT e explicitamente e publicamente deixar claro que está aberto a conversar sobre tais questões.

6. Incluir perspectivas LGBT e materiais não-homofóbicos em seu currículo, tanto como parte de materiais genéricos quanto, se possível, como materiais específicos para lidar com questões LGBT. Materiais, livros didáticos e professores devem usar exemplos LGBT, tanto em questões, exercícios e trabalhos quanto em suas fontes. Toda capacitações em Direitos Humanos deve sempre abordar questões LGBT.

Apoio: Campanha Escola Amiga (
http://decoribeiro.blogspot.com/2010/12/6-passos-para-acabar-com-homofobia.html) e Escola Jovem LGBT (http://www.e-jovem.com/escola_jovem_lgbt.html)


Deco Ribeiro
(19) 9136-1950

Chesller Moreira

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