Desabafo sobre o arcaico método de ensino


Baseado no método de ensino que eu tive tenho uma opinião muito concisa. Do pré-primário ao 3º ano sempre fui avaliado pelo método provinciano, que não me tornou um cidadão que se sentisse capaz de fazer uma faculdade, mas sim em uma pessoa que nunca se sentiu inteligente o suficiente para enfrentar um vestibular e ingressar em uma faculdade devido às inúmeras notas baixas que eu tirava e às várias vezes que eu ouvia que eu não era capaz e era menos inteligente que os outros alunos, fazendo com que minha autoestima diminuísse cada dia mais e me fazendo duvidar da minha capacidade e inteligência.

E eu ingressar em uma faculdade só foi capaz pela reconstrução desta minha autoestima que me foi tirada pouco a pouco no ensino fundamental.

E para que isso não ocorra com outras crianças, acredito que, em primeiro lugar, para uma escola ser perfeita, ela deverá primeiro modificar o método de avaliação, possibilitando que cada aluno/individuo possa expressar seu conhecimento de uma maneira prática e coerente, pois cada aluno/indivíduo absorve o conhecimento de um jeito e de uma maneira única e inconfundível.

E que cada professor possa ter a liberdade de mesclar suas aulas diárias em aulas teóricas e praticas; um exemplo seria um professor que leciona 50 minutos poderia fazer uma aula de 25 minutos teórica e 25 minutos prática para ajudar no processo de aprendizagem de cada aluno, uma vez que alguns só aprendem com a teoria e outros somente com a prática.

Com estas aulas práticas, teóricas e um método de avaliação diferenciado, estaremos não só formando alunos, mas sim educando novos cidadãos para a reconstrução de uma sociedade mais igualitária.

E eu deixo algumas perguntas para vocês.
Qual são os valores desta escola de hoje?
Porque a escola e faculdades tratam os educandos como funcionários de uma fábrica?

Onde foi parar a humanidade destes educadores para saberem que se estes educandos não estão bem na vida pessoal eles não conseguiram ter um empenho dentro da sala de aula.  #PorUmaEducaçãoMaisHumanitária

Chesller Moreira

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